Por que é tão importante o monitoramento dos atos e projetos de lei nos dias de hoje

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O Brasil confirmou o primeiro caso do novo coronavírus no dia 25 de fevereiro. Desde então, autoridades federais, estaduais e municipais passaram a tomar uma série de decisões na tentativa de estancar o avanço do vírus - altamente contagioso e que pode levar os sistemas públicos e privados de saúde ao colapso. Semanas depois da primeira confirmação, diversos estados e municípios adotaram medidas que vão do fechamento compulsório de estabelecimentos comerciais a multas para quem estiver na rua sem justificativa.

Todas essas decisões tomadas pelos diferentes entes da federação, é claro, precisaram ser oficializadas em seus respectivos diários oficiais. Um bom termômetro da movimentação governamental em torno do novo coronavírus pode ser observada pelo Diário Oficial da União (DOU), que dia a dia bate recordes no números de atos relacionados a Covid-19, cada um deles com potencial real para impactar segmentos específicos do mercado. Um deles, inclusive, pode ser a área de atuação da sua empresa ou associação.

Todos de olho

A extração dos dados do Diário Oficial da União, neste início desta semana, chegou a apresentar lentidão no acesso para recuperação dos dados. Essa situação ocorreu devido a uma grande quantidade de acesso ao site da Imprensa Nacional.

Entre as medidas, estão mudanças importantes em relação a incentivos concedidos a empresas para o enfrentamento da crise, por exemplo, a adoção de novos procedimentos no sistema de saúde, que afetam diretamente o cotidiano das relações de trabalho, das relações de consumo e, também, das famílias brasileiras. Ou ainda, remanejamento de verbas entre setores econômicos, pois como sabemos o cobertor é curto e o governo escolherá quais setores terão mais atenção na atual situação.

Além das decisões do governo federal, estados e municípios também se movimentam em meio a uma queda de braço entre governadores e prefeitos com o presidente.

São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, adotaram estado de quarentena, com a suspensão de atividades consideradas não essenciais. Vários estados, como o próprio Rio de Janeiro, fecharam suas divisas e proibiram a entrada e saída de ônibus interestaduais.

Não perca o foco

A enxurrada de decisões governamentais, que afetam diretamente - para o bem e para o mal - o funcionamento de praticamente todos os setores da economia, chega justamente no momento em que as empresas enfrentam o congelamento de demandas a incerteza quanto à duração das medidas restritivas impostas pela pandemia.

Líderes e gestores estão queimando os neurônios para reduzir as perdas em suas empresas. Grandes, médias e até pequenas companhias têm investido na criação de comitês intersetoriais para gerenciar a crise e definir que gastos são prioritários.

Importante destacar que, entre as medidas que devem ser adotadas, o monitoramento dos trabalhos do Executivo e do Legislativo, é certamente uma delas. Empresas que já fazem esse monitoramento devem mantê-las; e para as que ainda não o fazem, esse pode ser o momento ideal de adotá-las.

Além disso, é essencial possuir um processo de gestão destes riscos, visto que a urgência do tema pode tornar o processo de decisão acelerado, fato que obriga as empresas a constituírem, minimamente, modelos de ação com o objetivo de anteciparem possíveis cenários das decisões governamentais.

As demandas decorrentes da covid-19, sejam elas monitoramento de novas ações governamentais, projetos de lei, acompanhamento das implementações de políticas públicas pelo governo para conter o avanço do vírus, ou até mesmo criação de processos de gestão destas informações são altas e essenciais para as organizações dos mais variados segmentos.

Esse monitoramento e o processo de gerenciamento feito a distância, com o auxílio de soluções especializadas como as da Sigalei, vão ao encontro da nova realidade do teletrabalho, que ganha força com o avanço da pandemia. Mesmo de casa, o colaborador recebe informação tempestiva sobre os atos e projetos de lei de temas de interesse da sua empresa ou associação e as organiza subsidiando a tomada de decisões.

E a imprensa?

Órgãos de imprensa têm feito um bom trabalho no acompanhamento das decisões tomadas para a contenção do novo coronavírus. Na era digital, governantes têm apostado em transmissões ao vivo quase que diárias para divulgar seus atos, e a mídia tem se esforçado em acompanhá-los e noticiá-los.

Mas, mesmo que a imprensa consiga noticiar 100% das medidas adotadas, como garantir o acesso seguro e sem filtros a esse turbilhão de informações? A mídia atua de olho na audiência – e nem sempre as decisões mais significativas para o mundo empresarial são também as que gerarão mais ibope.

Além disso as notícias geralmente suprimem informações importantes e não reproduzem os textos de decretos e portarias de forma literal, apostando em uma leitura simplificada e didática para o grande público.

Por isso é importante buscar os dados na fonte – nos diários oficiais, que trazem a letra fria da lei e que, estes sim, podem ajudar a direcionar decisões em meio ao excesso de interpretações e reações nem sempre racionais em uma situação tão atípica.

Disponibilizar, sistematizar e organizar estes fluxos de informação é sempre um grande desafio, no qual a Sigalei está preparada para oferecer as melhores soluções.

Para saber como a Sigalei pode contribuir para antever riscos e identificar oportunidades para sua empresa, clique aqui. Neste momento de tantas incertezas, em que o destino é incerto, a única certeza é percorrer essa jornada muito bem acompanhado. Vamos caminhar juntos?


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